Perfil de intolerância alimentar
![]()
Perfil de Intolerancia Alimentar, a avaliação destes resultados resulta da quantificação do resultado da ánálise de 520 alimentos.
Sistema Reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (O.M.S.) com três reconhecimentos de qualidade (ISO)
Perfil de intolerância alimentar
A intolerância alimentar deve-se à formação de anticorpos contra proteínas de determinados alimentos. Estes anticorpos, ao contrário do que se passa num processo alérgico onde existe alteração das IgE, são numa primeira fase do tipo IgA a apresentar alterações e após múltiplos estímulos, desenvolvem-se anticorpos do tipo IgG.
(Imunoglobulinas: Moléculas de glicoproteína que são produzidas pelos plasmócitos em resposta a um imunógeno e que funcionam como anticorpos. Há cinco classes de imunoglobulina com função de anticorpo: IgA, IgD, IgE, IgG e IgM. Os diferentes tipos diferenciam-se pelas suas propriedades biológicas, localizações funcionais e habilidade para lidar com diferentes antígenos.)
Através deste processo imunológico, determinados alimentos podem desencadear problemas digestivos e outras manifestações difíceis de relacionar com o alimento ingerido, precisamente por tratar-se de patologias moderadas e de tipo crónico.
Nos casos de intolerância não existe libertação de anticorpos para atacar o “suposto” inimigo como sucede com a alergia.
A intolerância ocorre simplesmente porque o organismo da pessoa não possui as enzimas necessárias para digerir determinado alimento. Um caso frequente é a intolerância à lactose, um componente do leite.
Pode-se resumir que, as alergias alimentares mediadas por IgE ocasionam degranulação dos mastócitos que estimulam uma cascata de citocinas e liberação de histamina que geram sintomas imediatos como: obstrução nasal, asma, náuseas, cãibras abdominais, diarreia, anafilaxia, etc. As intolerâncias alimentares são decorrentes da deficiência enzimática que altera a função gastrointestinal provocando diarreias, flatulência, dores abdominais, etc. Já as hipersensibilidades que são predominantemente mediadas por IgG, geram sintomas crónicos que demoram para se manifestar e desencadeiam a libertação de imunocomplexos que circulam, depositam-se e agridem a barreira intestinal.
O intestino apresenta um complexo sistema imune associado à mucosa, o que permite tolerar a chegada de uma grande quantidade de antígenos dietéticos e dos microorganismos que colonizam o trato gastrointestinal, sendo capaz de reconhecer e rejeitar microorganismos enteropatogenicos que possam desafiar a nossa defesa imunológica. Esta por sua vez, é desempenhada também pela microbiota e pela barreira mucosa. No entanto, a agressão repetida à barreira intestinal pelos imunocomplexos gerados de uma hipersensibilidade alimentar leva a um aumento da permeabilidade intestinal que permite que macromoléculas (proteínas não digeridas) e imunocomplexos transitem livremente pela circulação, ocasionando sintomas das desordens orgânicas.
A avaliação feita por meio da medição de Biorresonancia implica a quantificação do resultado da análise de 520 alimentos. Atendendo aos resultados da análise de intolerância alimentar e/ou hipersensibilidades alimentares realizada, suprime-se da alimentação os alimentos que provocam intolerância, seguido de um regime adequado e balanceado, respeitando a individualidade bioquímica de cada pessoa.
As condições clínicas que se podem relacionar com a intolerância alimentar e/ou hipersensibilidades alimentares e que após suprimir o alimento ou alimentos produziram, em mais dois terços dos casos melhorias evidentes, são as seguintes:
Problemas gastrointestinais: dores abdominais, obstipação, diarreia, flatulência, síndrome de cólon irritável.
Perturbações neurológicas: dores de cabeça, enxaquecas, tonturas, vertigens
Processos dermatológicos: acne, eczema, psoríase, eritema ou flash cutâneo, urticária
Transtornos psicológicos: Ansiedade, letargia, depressão, fadiga, náuseas, hiperactividade (principalmente crianças)
Perturbações respiratórias: asma, rinite, dificuldade respiratória. Estes casos podem desenvolver-se paralelamente processos alérgicos.
Outros: artrite, Fibromialgia, inflamações articulares, etc.
Além das alergias, intolerâncias e hipersensibilidades alimentares, outros factores estão associados ao aumento da permeabilidade intestinal como: ingestão excessiva de álcool, quimioterapia, corticoterapia, stress excessivo, consumo excessivo de carbohidratos simples, jejum, infecções intestinais, utilização de anti-inflamatório não esteroidais, deficiência de micro nutrientes, parto prematuro, introdução de alimentos antes dos 4 meses de idade.

